Vulgo Qinho & Os Cara enchem o Oi Futuro de música e poesia
25 de janeiro de 2008
por flavia martin
Abrindo com a bela "Negra Melodia", o Vulgo Qinho fez um show redondo, sem sobressaltos, o que confirmou a segurança com que a banda apresenta o seu trabalho. A guitarra de Caio Barreto impressionou a platéia, que ficou embasbacada com a habilidade do guitarrista em coordenar uma infinidade de pedais ao mesmo tempo em que passeava pelas cordas de sua Fender. Um veterano!
Já na cozinha, a dupla Miguel Couto (bateria) e Leonardo DjahJah (baixo) levou um som bem marcado, sem muita firula. A bateria, aliás, é bastante econômica: além da caixa, de tambor o bumbo e, de prato, somente os de condução e o contratempo. Nada mais. Nos vocais, a simpatia do violão e do sorriso de Quinho, que, uniformizado com a camisa do Colégio São Paulo, aludia à outra forte referência no trabalho da banda: os saraus dos colégios da zona sul carioca.
Na definição de Caio Barreto, o som do Vulgo Qinho & Os Cara "é um misto de tropicália e soul além da poesia do Omar, que vem pra substituir em eventual solo de guitarra, mas é tudo ensaiado, ele não versa na hora". E apesar da febre que o deixou meio baleado, "o homem das palavras, do sorriso largo e meigo", na definição de Quinho, fez bonito: soltou seus versos no microfone e confirmou que filho de peixe, peixinho é.
Fechando o HPP 2008, na próxima quinta-feira é a vez do talentoso Quito Ribeiro lançar o seu disco. O baiano promete lotar a casa, vê se não vai dar mole e acabar ficando de fora dessa!




































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Sou fãzaaaaçooo!!!!!
Compro e distribuo Cds para amigos e lojas onde trabalham conhecido... música de qualidade e harmonia de uma nova bossa nova. Era o que eu tava precisando pra dar uma renovada nos ouvidos!!!