Simplicidade e talento
07 de fevereiro de 2008
por joca vidal
Por outro lado, no palco, Quito Ribeiro se descobria intérprete, pela segunda vez, no festival. O soteropolitano radicado no Rio há mais de dez anos mostrou seu novo show, baseado no disco "Uma Coisa Só", lançado ano passado e produzido por Chico Neves. Na platéia diversos artistas, a maioria integra uma geração de músicos que compõem bandas como +2, Orquestra Imperial, Do Amor e etc.
Do começo até o final, foi uma apresentação intimista. Todos sentados (inclusive os músicos em determinados momentos), prestando atenção, um silêncio absoluto e quase contemplativo. Parecia que estávamos na sala de estar de alguém, entre amigos. E foi acompanhado por alguns deles - Pedro Sá (baixo), Marcelo Callado (bateria), Benjão (violão e guitarra), Bubu (guitarra), Leo Monteiro (programações) e Stephane San Juan (bateria) - que Quito destilava sua baianidade em um show longo (mais de 1h30m) no qual mostrou 12 das 14 faixas do cd.
A influência da (boa) música baiana foi latente em "Bembé" e "Neuroeuropeu", quando as duas baterias formando uma percussão simples e tribal tomou espaço. Quito conseguia extrair o melhor de seus músicos, carregando o espetáculo de cores tropicalistas e alegres. Depois de mais três músicas no bis, o músico se misturou ao público que o aguardava no foyer. Simples assim.
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O festival chegou ao fim, mas seus ecos vão perdurar por mais alguns meses. Foram ótimas apresentações ao longo de quase um mês. Espaços e formatos aprovados, agora é trabalhar para comemorar 15 anos em 2009. Aos que acompanharam a cobertura do site, meu muito obrigado em nome da equipe. Até a próxima!




































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O festival chegou ao fim, mas seus ecos vão perdurar por mais alguns meses. Foram ótimas apresentações ao longo de quase um mês.